terça-feira, 31 de agosto de 2010

Veja como reduzir o espaço físico do lixo

A coleta seletiva está presente para apenas 14% da população do país, divididas em 7% das cidades do país. Exemplos são Curitiba (Paraná), Niterói (Rio de Janeiro) e Vitória (Espírito Santo). Um projeto também está sendo implantado em Goiânia (Goiás).

Para que o lixo seja reciclado, ele deve ser separado corretamente, de acordo com a reciclagem feita em cada cidade. Outro cuidado que deve ser tomado é diminuir a quantidade de lixo gerada. Comprar apenas os produtos que são necessários e evitar o uso abusivo de embalagens é necessário. Além disso, tentar reduzir o tamanho do lixo facilita seu transporte.
É o que mostra a jornalista Elisa Almeida França. Dobrar e reduzir fisicamente os espaços que os resíduos ocupam ajudam em todos os tipos de colheita de lixo, já que quanto menor for o espaço usado de um caminhão, mais resíduos podem ser transportados de uma vez, economizando recursos naturais.
Nas cidades com coleta seletiva, outro cuidado que se deve ter é que o lixo esteja limpo e seco.
Em sua casa, Elisa cuida de todos os resíduos que descarta. Além disso, ela mantém o blogNós Consumimos, em que tenta conscientizar as pessoas sobre o consumo sustentável.
“Como esse é um hábito que aos poucos incorporei no meu dia a dia, estimo gastar não mais do que 5 minutos diários no cuidado com o lixo. Quando o resíduo precisa ser limpo, por exemplo, faço isso na hora de lavar a louça. Em seguida já amasso o que precisa ser amassado, dobro o que precisa ser dobrado, etc”, comenta.
Para isso, Elisa mostra como o lixo pode ser reduzido diariamente.
O exemplo é como reduzir o espaço que uma caixa de leite ocupa. Para isso, a caixa pode ser dobrada, como mostram as imagens. (Fotos: Elisa Almeida França)



Além disso, as latinhas de alumínio e garrafas plásticas podem ser amassadas. O papel deve estar o mais liso possível, sem ser amassado ou picotado. Sempre que possível, evite usar água limpa para lavar o lixo. Use a água da máquina de lavar roupas ou da própria louça, por exemplo.
Em cidades onde não há coleta seletiva de lixo ainda, uma alternativa é separar materiais e encaminhar diretamente para coorporativas de reciclagem.

sábado, 28 de agosto de 2010

10 dicas verdes para o seu trabalho!

Estas dicas simples irão reduzir o impacto que seu trabalho causa no meio ambiente, tornando-o mais “verde”, ajudando a economizar energia, dinheiro e recursos.


1.   Use a luz com inteligência: a iluminação artificial é reponsável por 44% do consumo de eletricidade nos escritórios.
  • Desligue as luzes quando sair de sua sala, utilize a luz natural sempre que possível.
  • Utilize lâmpadas econômicas, consomem 3 vezes menos energia que as lâmpadas comuns. Se possível instale timers ou sensores de movimento que desligam automaticamente as luzes não forem necessárias.
2.   Maximize a eficiência de seu computador: Os computadores são um dos maiores vilões do desperdicio, ele pode ser configurado para poupar energia quando não esta em uso.
  • Desligue o computador por completo, incluindo o cabo de alimentação e estabilizadores caso utilize.
  • Configure seu computador para “dormir” automaticamente durante intervalos curtos, esta medida  pode reduzir o consumo de energia em até 70%.
  • Na compra de novos equipamentos como computadores, monitores e impressoras, procure aqueles com baixo consumo de energia. Os equipamentos antigos devem ser encaminhados a uma empresa de reciclagem, especializada no manejo deste tipo de residuo pois são extremamente perigosos e podem comprometer o meio ambiente por gerações inteiras.
  • Computadores antigos que ainda funcionam podem ser doados, certamente existem muitas instituições ou pessoas que ficarão muito felizes em receber sua doação.
3.   Impressão consciente: Existe muito desperdicio de papel nos escritórios, podemos reduzir seu consumo com medidas simples.
  • Imprima em ambos os lados, quando o documento não for mais necessário separe o papel, seu verso poderá ser usado novamente em novas impressões, fax, bloco de anotações entre outros usos.
  • Evite a impressão colorida, e imprima em modo rascunho, sempre que possível.
  • Procure utilizar papel reciclado, ele causa menor impacto ao meio ambiente.
  • Separe os cartuchos de tinta e toner de suas impressoras para que possam ser remanufaturados. De acordo com a Office Depot, cada cartucho de toner recondicionado “evita que cerca de 2,5 quilos de metal e plástico cheguem até os aterros … e evita o uso de cerca de meio galão de petróleo.”
  • Pense antes de imprimir um documento: Ele pode ser lido ou armazenado online? Quando você receber catálogos, boletins ou revistas não desejadas, peça para ser removido da lista.
  • Faça o download da Ecofont – uma fonte que possui pequenos pontos, que minimizam o uso de tinta em até 25% sem afetar sua legibilidade. O melhor de tudo: é grátis.
  • Os informativos de sua empresa devem ser impressos? Procure usar os recursos online ao invés de distribuir cópias impressas. São mais fáceis de distribuir e atualizar.
4.   Descarte responsável
  • Quaisquer resíduos que não podem ser renovados devem ser eliminados de forma adequada. Tudo, desde monitores, impressoras, baterias. Estes resíduos devem ser encaminhados a empresas de reciclagem capacitadas, com pouco ou nenhum custo.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cena Contemporânea



Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília chega à edição de 2010 apostando na inventividade. A programação inclui espetáculos que expressam o nosso desejo de refletir sobre o conturbado panorama mundial, ao reunir artistas da Espanha, Sérvia, Israel, Colômbia, Cuba, Suíça, Itália e Brasil, alguns deles vivendo um cotidiano de violência, guerras e conflitos decorrentes da situação geopolítica global. Reflexões sobre o exílio, a tortura, a solidão, a violência e a guerra, mas também sobre o amor, a solidariedade e a possibilidade de um mundo melhor.

Cena Contemporânea estará mais uma vez ocupando os principais teatros de Brasília, as ruas, praças e espaços públicos da cidade e após os espetáculos, o público e os artistas têm encontro marcado na Praça do Museu Nacional da República, onde acontecerão os shows, performances e festas.

Desejamos que a décima primeira edição do Cena Contemporânea proporcione momentos únicos, para o público e os artistas que dele participam e que possa, mais uma vez, encantar e divertir. Sejam bem vindos. A festa é de todos.



Abracadabra:

Luiz Päetow (SP)


O espetáculo-solo ABRACADABRA é escrito, dirigido e interpretado por Luiz Päetow (verncedor do Prêmio Shell 2009 por “Music-Hall” e agora indicado ao Prêmio Shell 2010 pela concepção e pesquisa de "Abracadabra"). 






                      



Trata-se de um monólogo inovador, sem história ou personagem, no qual a platéia recebe lanternas e se torna responsável por aquilo que todos irão enxergar imersos na completa escuridão da cena. Em cena, somente uma presença dialogando com os limites do nosso raciocínio, encarcerado no majestoso teatro dos nossos corpos e da sua imaginação. O espetáculo oferece ao público a experiência de se aventurar em um estado íntimo, silencioso e secreto, no qual a sua consciência se torna o palco.




A dramaturgia, nascida nas ruas de SP, provoca uma reflexão sobre o nosso papel de espectadores diante da máquina da vida. E assim, no espaço sagrado por excelência, o Teatro, promovemos uma reavaliação dos diversos aspectos político-social-existencial. Na contramão de tanta poluição visual-sonora-psicológica, o Encontro Teatral pode nos alimentar ao revolucionar o modo como enxergamos as coisas. 












quarta-feira, 18 de agosto de 2010

7 ideias de reutilização de garrafas PET

As garrafas PET começaram a ser comercializadas na década de 70. Somente após dez anos do início da fabricação em larga escala, é que esse produto começou aos poucos a ser inserido entre os materiais reciclados, nos EUA e Canadá. Inicialmente, as garrafas eram transformadas em enchimentos para almofadas. A melhoria na qualidade da fibra de PET proporcionou outras aplicações, como tecidos e garrafas para produtos não alimentícios.
Os impactos causados pelas garrafas plásticas são inúmeros e vão desde a fabricação, com a extração do petróleo, até o seu descarte. O período médio para a decomposição desse material gira em torno de 800 anos.
A reciclagem é de extrema importância para que os impactos causados na natureza, pela fabricação do plástico, sejam minimizados. Hoje, as indústrias conseguem transformar o material reciclado em tecidos ou fazer novas embalagens.
Entre as vantagens da reciclagem está a redução do volume de lixo nos aterros, economia de energia e petróleo, geração de empregos e redução no valor dos produtos originados a partir dos reciclados.
Infelizmente a reciclagem não consegue dar conta de todo o material produzido pelas indústrias. Por isso, os trabalhos artesanais também são ótimas alternativas para diminuir a quantidade de plástico descartada.
Veja na galeria a baixo, sete idéias bem simples de como reutilizar as garrafas PET.

Revisteiro
Cofrinho

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Supermercados investem na sustentabilidade

Supermercados sustentáveis investem em alimentos orgânicos




Imagine supermercados que privilegiem a entrada de luz natural (economizando energia), que façam captação da água das chuvas (utilizada na limpeza e descargas), que tenham uma estação de reciclagem, reciclem seu próprio lixo e tenham 50% mais produtos orgânicos em sua prateleira que os demais. Pois bem, eles já existem!
Os chamados “supermercados sustentáveis” já são realidade, já que essas lojas possibilitam também uma diminuição de custos – com água e energia elétrica, por exemplo. A rede de supermercados Pão de Açúcar é uma que apostou nessa ideia. Em São Paulo, três novas “lojas verdes” já estão em operação, nos bairros Vila Clementino, Vila Romana e Brooklin.
“Avançamos com esses supermercados verdes em poucos meses e vamos expandir ainda mais nos próximos anos. Foi assim com as iniciativas pioneiras adotadas pela rede, como as sacolas e as estações de reciclagem que hoje servem de modelo para os mais diversos segmentos de negócio”, disse João Edson Gravata, Diretor de Operações da rede Pão de Açúcar.
Os famosos carrinhos de mercado também entraram na dança e são fabricados com garrafas PET. Outra novidade são as prateleiras, feitas com madeira certificada. A iniciativa, além de ajudar o planeta, parece agradar o consumidor. “Muito legal essa ideia, quanto mais mercados assim aparecerem, melhor”, disse Mariana Cillo, produtora de 28 anos. E aí, você já esteve em algum supermercado verde?
FONTE


As lavouras orgânicas utilizam  de 50% a 70% menos energia na produção do que a agricultura convencional. Assim, ao optar por alimentos orgânicos, você reduz sua pegada de carbono e ainda ajuda a diminuir a poluição da água e do solo.
Nunca foi tão fácil encontrar alternativas orgânicas. Muitos supermercados têm uma seção de alimentos orgânicos. Portanto, reduzir o impacto ambiental causado por sua comida pode ser tão simples quanto procurar esses produtos nas prateleiras.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Aquecedor solar caseiro e ecológico

Equipamento feito com garrafas PET e caixas de leite reduz em 30% o gasto com energia elétrica.
"Ver tanto desperdicio é um absurdo". Essa foi a primeira frase que José Alcino Alano disse em entrevista ao Vida Orgânica, ao justificar a sua criação, um aquecedor de água feito de materiais recicláveis. O eletromecânico aposentado contou que estava prestes a comprar o aparelho convencional para sua casa, em Tubarão, Santa Catarina. Mas resolveu se dedicar à criação de um equipamento caseiro e ecológico. Criou um aquecedor solar com garrafas PET, embalagens longa vida e canos de PVC.
José Alano encaixa nos canos as garrafas com embalagens longa vida tingidas de preto.



O desperdício a que José Alano se refere vale tanto para os resíduos recicláveis - que, na maior parte, acabam nos lixões - quanto para o "desperdício" da energia solar, por não ser aproveitada. "O trabalho é para chamar atenção sobre o lixo e a energia solar tão pouco utilizada", diz Alano. A ideia ganhou força e foi adotada pelos governos de Santa Catarina e Paraná, através de projetos que proporcionam a famílias de baixa renda a redução dos custos com eletricidade. "Em média, o aquecedor cobre de 20% a 30% da energia utilizada na residência. Quanto menos eletrodomésticos, mais a energia solar pode dar conta do consumo total", explica José Alano. "Além do retorno financeiro, contribui para reduzir a demanda dos sistemas de geração e distribuição de energia elétrica nos horários de pico".
O benefício ambiental acontece de diferentes maneiras. Para uma moradia com até quatro pessoas, o aquecedor leva 240 garrafas plásticas e 220 caixas de leite. Além disso, utiliza uma fonte de energia renovável, a luz do sol. "É o aproveitamento dessa energia que é gratuita e democrática, que é o sol que nasce para todos", destaca José Alano.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Tampinhas de PET limpam água de zoológico em Salvador





O quadro Sustentabilidade da edição nº 26 do programa Arte Social mostra o trabalho desenvolvido pela Campanha de Arrecadação de Tampainhas para o Zoológico (Catazoo). Uma parceria entre o zoológico e escolas, ONGs e associações da sociedade civil, que tem o objetivo de conseguir dois milhões de tampas plásticas para auxiliar na filtragem da água consumida pelos animais da casa. Até o momento, já foram arrecadadas mais de 30 mil.

O programa nasceu da iniciativa de três estudantes da Universidade Estadual da Bahia (UNEB) interessadas em diminuir os altos custos com água sem agredir o meio ambiente. Se não fosse a ideia das tampinhas, o zoológico teria que comprar pequenos plásticos que custam R$1,50 cada.

Como funciona

O filtro biológico utiliza as tampinhas de garrafa como berçário de bactérias que comem material orgânico. A água, após passar pela câmara escura cheia de tampinhas, ainda é filtrada por areia e recebe tratamento com luz ultravioleta.
A economia contabilizada pelo zoológico é considerável. O tanque dos hipopótamos, por exemplo, antes de 2008, descartava 190 mil litros de água a cada sete dias, atualmente a troca de água precisa ser feita a cada seis meses.
Raiza Cardozo, idealizadora e coordenadora do projeto, acredita que o trabalho do zoológico pode ajudar na educação ambiental da população: "Arrecadar tampinhas é um trabalho simples de coleta, mas isso representa um horizonte maior de educação ambiental que a gente tenta mostrar às pessoas, junto com a coleta seletiva, com a reciclagem e a maneira sustentável de viver".

Janela Ecológica

No quadro Janela Ecológica, na primeira parte do programa, os cidadãos respondem à questão: "O que é planejamento urbano?". Entre as respostas, os soteropolitanos abordam temas como saneamento básico e transporte público de qualidade.





FONTE

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Entenda o problema das sacolas plásticas e quais as alternativas ambientalmente corretas para transportar suas compras

Foto: AE / Caixa de supermercado embalando produtos em sacolas plásticas: pior que a falta de reciclagem é o processo de fabricação




O governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral, assinou decreto no dia 16 de julho que proibiu a distribuição de sacolas plásticas em supermercados. De acordo com a nova legislação, os itens comprados em supermercados de médio e grande porte não poderão ser embalados em sacolas feitas de plástico. O intuito da medida é diminuir o impacto ambiental causado pelas sacolas.
De acordo com dados do Pró-teste, as sacolas plásticas duram 200 anos quando soterradas no lixo. Caso sofram radiação solar, somem em um ano. A demora na deterioração deste material é, sem dúvida, um grande problema ambiental, mas a principal questão está no processo de fabricação destas sacolas. Feitas de polietileno (oriundo do petróleo e do etileno), sua produção é altamente poluente ao meio ambiente.
Para amenizar os danos ambientais, muitos supermercados têm usado as chamadas sacolas de plástico oxi-biodegradável, produzida a partir do etanol, e que levam cerca de 18 meses para se decompor. Porém, esta alternativa não resolve todos os problemas, pois este material não é reciclado -- por causa de seu baixo custo, o valor no mercado de reciclagem é muito baixo. Outro problema é que este material, assim como o papel, tem número de reciclagens limitado, porque ocorre redução da resistência a cada reciclagem.
”Seja do petróleo ou de recursos renováveis, a extração da matéria-prima das sacolinhas plásticas tem impactos ambientais. A vantagem de utilizarmos o recurso renovável é a de que, além de não se esgotar, a fixação do carbono no meio ambiente acontece em menor prazo do que de um recurso considerado não-renovável, porque a sua escala de tempo de recuperação ou formação no meio ambiente é muito maior”, explica a pesquisadora do laboratório de Embalagens do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Mara Lucia Dantas.
De acordo com dados da campanha “Saco é um saco”, do Ministério do Meio Ambiente, estima-se que o mundo consuma até um trilhão de sacolas plásticas por ano. Segundo a campanha, uma pessoa consuma 66 sacolas por mês no país.


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